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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

4ª Vara criminal de Palmeira dos Índios tem novo juiz "substituto"

4ª Vara criminal de Palmeira dos Índios tem novo juiz "substituto".

Portaria foi publicada no Diário da Justiça Eletrônica nesta quarta-feira (17).


Por Redação
Não se sabe ainda por parte da classe jurídica que milita na 4ª Vara da Comarca de Palmeira dos Índios, o motivo da saída, de mais um magistrado daquela vara.
Há muito que os processos criminais vêm se arrastando, deixando advogados e jurisdicionados indignados com tal situação.
O problema é antigo! E se agravou devido as constantes licenças médicas tiradas pelo então juiz titular, Dr. Ferdinando Scremin Neto, que deixou a magistratura alagoana para tomar posse como juiz estadual do Paraná, assumindo o novo cargo em 10 de julho passado.
Com a saída de Scremin Neto, o Tribunal de Justiça designou o magistrado Fausto Magno, juiz titular da cidade de Major Isidoro, que assumiu os trabalhos na  comarca palmeirense em 13 de agosto.
Ao assumir, Fausto Magno conversou com o MPIndios, onde afirmou sua vontade e disposição de trabalhar em Palmeira dos Índios, “A população de Palmeira dos Índios, deve ter um pouquinho de paciência durante esses próximos 60 dias. Claro que sem nenhum prejuízo, pois, as audiências de réus presos serão rigorosamente cumpridas, bem como as demandas relacionadas às prisões, serão todas despachadas”.
Para a surpresa de todos, após trinta dias de sua declaração, o magistrado foi substituído pelo juiz Leandro De Castro Folly, titular da comarca de Igreja Nova, acumulando funções, o que de certo não haverá condições de agilizar os processos que se arrastam há anos.
A Portaria do novo magistrado foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta quarta-feira (17).
Por certo, o fórum de Palmeira dos Índios, sofre de uma doença crônica, face à ausência de juízes. Nesta quarta-feira (17) as audiências da 1ª Vara Cível, foram canceladas, por falta também de magistrado.
OAB/AL e advogados que militam em Palmeira dos Índios, esperam que essa situação mude o mais rápido possível. “Advogados e jurisdicionados não merecem este tratamento por parte do TJ” desabafou a Advogada Ana Adelaide França.

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